A imaginação totalitária

“Um livro que abalará todas as suas crenças” – Martim Vasques da Cunha. Com o rigor de um scholar e a força argumentativa de um polemista, Francisco Razzo expõe uma tese perturbadora: esquerda, direita ou centro, somos todos responsáveis pelas jaulas voluntárias de nossas ideologias. “A Imaginação Totalitária” é a estreia promissora de um escritor que quer nos perturbar sem fazer nenhuma concessão. E, sobretudo, o relato de um exorcismo pessoal de alguém que também quer expulsar os demônios que infestam a atual sociedade brasileira – especialmente quando esta crê que a política é a última esperança que nos resta.

Sobre o autor

Francisco Razzo é Mestre em Filosofia pela PUC/SP. Pesquisador da obra de William James. Graduado em Filosofia pela Faculdade de São Bento SP em 2007, com o projeto de conclusão de curso em Plotino. Tem interesses nas áreas de Filosofia Política, Ética Filosófica, Bioética. Atualmente é professor de História da Filosofia na Faculdade São Bento, no Colégio e Curso Pré-Vestibular no Anglo – Sorocaba.

As grandes mentiras sobre a Igreja Católica

Conheça as respostas para as contestações mais comuns sobre a Igreja Católica. Quantas vezes já ouvimos que a Igreja agiu de modo terrível na Idade Média, atrapalhou enormemente a ciência, matou milhares de inocentes durante a Inquisição e que é machista ou elitista? Quantas pessoas já questionaram a relevância dos santos, dos rituais e das relíquias do catolicismo sem saber exatamente o que eles significam ou representam? Para estes e outros questionamento é que Alexandre Varela, o responsável pelo maior blog católico da atualidade, O catequista, escreveu um verdadeiro manual para o católico moderno. Divertido e com o característico humor ácido da página, As grandes mentiras sobre a igreja católica comprovará que a realidade por trás da Igreja se revela completamente diferente das histórias que ouvimos nas escolas e na mídia.

Introdução às Linguagens Totalitárias


O poder da palavra. Em Introdução às Linguagens Totalitárias: Teoria e Transformação do Relato, que a editora Perspectiva publica em sua coleção Estudos, Jean-Pierre Faye avança, entre poético e crítico, pela topologia dos relatos ideológicos do fascismo e do nazismo e a transformação que este último encobria sob o véu do jargão, partindo dos mitos basilares da nacionalidade francesa. Enfrentando este paradoxo, em que relato contrapõe-se a relato, para desvelar a visão de mundo peculiar a cada um deles e para encobrir os projetos criminosos que o duce e o führerconcebiam sob esta linguagem e executavam na sua ação política. Gentile e Mussolini; Schmitt, Heidegger e Hitler. Ao leitor, que o acompanha nesta jornada, está aberta a possibilidade de aprender a reconhecer, na sutil alteração de uma palavra, a reinterpretação maliciosa da história, em toda a sua potencialidade devastadora. Somos, assim, conduzidos ao terreno pantanoso da linguagem do relato, pela “críticada razão – e da economia – narrativa que esclarece as condições da produção e da circulação dos relatos e seu poder próprio”, em que o relato da ação age sobre a própria ação e, mais ainda, onde um relato falso, de algo que não aconteceu, gera um acontecimento verdadeiro, real. Ontem como hoje, nos “diferentes” dialetos que sucederam e continuam a tentar instaurar o domínio desta linguagem, nos cinco continentes.

O Zero e o Infinito


O zero e o infinito se passa em um país sem nome, dominado por um governo totalitário. Rubashov, antes um personagem poderoso no regime, percebe que sua situação mudou por completo quando ele é preso e julgado por traição. O embate dialético entre o indivíduo e a coletividade é o mote central de O zero e o infinito, o livro que provocou um verdadeiro cisma na esquerda europeia do pós-guerra. Visto como o romance fundamental sobre o período do Grande Expurgo stalinista e colocado par a par com obras marcantes do pensamento antiditatorial como A revolução dos bichos e 1984, a obra-prima de Arthur Koestler mantém seu vigor ainda hoje, não por ter sido tomada como instrumento ideológico, mas por ser um fino estudo literário sobre um homem só diante de uma decisão impossível.

Acredite, Estou Mentindo


"Acredite, Estou Mentindo", de Ryan Holiday, é um olhar sobre o lado obscuro da mídia e um guia de como explorá-la e evitar ser manipulado por ela.
Descubra como funciona o jornalismo atual, cada vez mais focado em cliques e visualização de páginas do que com a autenticidade da informação. Sites de pouca credibilidade conseguem influenciar a pauta e os noticiários dos veículos maiores, criando um círculo vicioso que se auto-alimenta de boatos e notícias insignificantes. Este livro mostra em detalhes como manipular o ciclo de notícias online, plantar uma história dentro de um grande site de notícias e como fazer essa história aparecer na TV, em rede nacional. É relativamente fácil quando se conhece as regras do jogo.


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Padrões de Manipulação na Grande Imprensa



O jornalista e sociólogo Perseu Abramo (1929-96) põe em foco os interesses políticos que estão por trás das notícias e o modo pelo qual a apresentação da realidade é manipulada pelos meios de comunicação.

O Conformismo dos Intelectuais


Este livro, assinado por Michel Maffesoli e Hélène Strohl, em tom de panfleto, é um disparo de metralhadora giratória contra todas as hipocrisias intelectuais: conformismo, politicamente correto de conveniência, privilégios do serviço público francês, que lembram em quase tudo as vantagens de setores do serviço público brasileiro, compadrismos de todos os tipos, mediocridade generalizada, publicações requentadas, marxismo de coquetel, agências governamentais de avaliação universitária controladas por tribos e com critérios variáveis, duplicidade de discursos de acordo com os públicos, internos ou externos, blindagem contra críticas, busca de midiatização a qualquer custo fingindo desprezar a espetacularização, etc. Tudo está nestas páginas de quem conhece o assunto e nada teme.